segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Freddie para sempre

65º aniversário do seu nascimento.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Tetris

E eu que pensava saber jogar Tetris...

A partir do minuto 3:00 começa realmente a "dar luta".
A partir do minuto 5:00 as peças tornam-se invisíveis, mas ele continua a jogar como se nada fosse !

Isto é sobre-humano !!!


quinta-feira, 26 de maio de 2011

Otomata

Otomata é um programa gerador de música muito simples em formato Flash criado por Batuhan Bozkurt.

Dá para brincar bastante e conseguem-se gerar alguns padrões musicais bem interessantes.

A escala escolhida propiciona boas escolhas e o resultado pode ser engraçado.

É possível também gravar o link com a disposição das "peças" de forma a ouvirem de novo se assim o desejarem.

AQUI

domingo, 22 de maio de 2011

Fazil Say toca na torre Emporio (Hamburgo)

No dia 20 de Abril do ano passado, o pianista turco Fazil Say interpretou a sua peça "Black Earth" no 24º andar da torre Emporio de 98 metros em Hamburgo, Alemanha.



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sábado, 21 de maio de 2011

Isto faz lembrar alguma coisa? (3) - Resposta

Pois. Como disse a Rita no Facebook, a resposta é mesmo: Sonata em Lá menor, KV.310 de Mozart.

Esta Sonata foi composta em Paris no ano de 1778, pouco tempo depois da morte da mãe de Mozart que aconteceu precisamente nessa cidade francesa.

É uma das duas únicas Sonatas de Mozart em tonalidade menor e há quem diga que é uma Sonata auto-biográfica.

Nela apresenta repetidamente contrastes entre forte e piano (no Desenvolvimento do 1º andamento, por exemplo) como raramente Mozart o voltaria a fazer.

Mozart - Sonata K.310 - II. Andante cantabile con espressione (cps.43 a 53)
Maria João Pires, piano


Deixo-vos o 2º andamento completo, na interpretação de Christoph Eschenbach (ainda pensei em pôr a do Lipatti, mas ele toca este andamento um pouco rápido demais para o meu gosto):

 Mozart - Sonata K.310 - II. Andante cantabile con espressione
Christoph Eschenbach, piano

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Isto faz lembrar alguma coisa? (3)

É um extracto do 2º andamento (Andante staccato) do Concerto para piano K.39 em Sib Maior de W.A. Mozart.

Aliás, este andamento foi completamente baseado no 1º andamento (Andante poco allegro) da Sonata Op.17 no.2 de Johann Schobert.

Mas não é esta a obra que me faz lembrar. É outra. Qual?

Mozart - Concerto para piano em SibM, K.39 - II. Andante staccato (compassos 62 a 67)
Alfred Brendel, (forte)piano | Academy of St.Martin in the fields | Neville Marriner, maestro

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Isto faz lembrar alguma coisa? (2)

Ora vejam lá se isto faz lembrar alguma coisa:

É a cena da morte do Comendador do I Acto da ópera D. Giovanni de Mozart.

(partitura com vozes e acompanhamento de piano)


Daqui a uns tempos dou a (minha) resposta.

Erik Satie - Vexations

Vexations, Obra composta em 1893 por Erik Satie, só foi publicada muito mais tarde, em 1949.

Esta peça, supostamente para piano, apresenta a inscrição: "Pour se jouer 840 fois de suite ce motif, il sera bon de se préparer au préalable, et dans le plus grand silence, par des immobilités sérieuses", o que levou muita gente a pensar que se deveria repetir 840 vezes (o que pode não ter sido a verdadeira intenção de Satie).

Esta obra é baseada em material muito simples: um tema no baixo, sem indicação de compasso ou barras de compasso que engloba 13 tempos e todas as notas da escala cromática, excepto uma: Láb/Sol#.
O tema torna-se, então a base para duas harmonizações, idênticas, mas invertidas que utilizam apenas acordes diminutos e aumentados (todos os acordes excepto um incluem um trítono).

Hoje em dia, tendo em conta a interpretação da inscrição inicial, esta obra consiste em 52 tempos repetidos 840 vezes o que perfaz uma duração aproximada de 18 horas e 40 minutos, que foi a duração da primeira apresentação da obra. Esta primeira apresentação foi patrocinada por John Cage e tocada a 9 de Setembro de 1963, "à vez" por vários pianistas: John Cage, David Tudor, Christian Wolff, Philip Corner, Viola Farber, Robert Wood, MacRae Cook, John Cale, David Del Tredici, James Tenney, Howard Klein e Joshua Rifkin com mais dois suplentes.

Cage inventou um sistema nesse concerto para garantir que "quanto mais arte o público consumisse, mais barato ficaria", que consistia na devolução de dinheiro (5 cêntimos, dos 5 dólares que pagaram) por cada 20 minutos que a pessoa tivesse assistido. Apenas uma pessoa (Karl Schenzer, actor) assistiu às 18 horas do concerto (recebeu, assim, 3 dólares).

Neste vídeo, podemos assistir a uma espécie de "concurso" onde estão presentes John Cale (um dos pianistas) e Karl Schenzer (o espectador resistente) que explicam mais pormenores sobre o concerto. No final, podemos ouvir a execução da obra (apenas uma vez).



LINKS:
Partitura

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Paganini - Capricho No.24

Com base neste Capricho de Paganini já se fizeram imensas versões, compostas por pessoas de todas as áreas da música (até o Andrew Lloyd Webber fez as suas "variações").

Esta, para mim, é uma das mais geniais. Cada vez gosto mais de Lutoslawski.

Lutoslawski - Variações sobre um tema de Paganini (1941)
Nelson Freire e Martha Argerich, pianos

Isto faz lembrar alguma coisa?

Beethoven - Contradança para orquestra WoO 14, Nº7


quarta-feira, 4 de maio de 2011

Sem pedal?

Tocar música de J.S. Bach no piano moderno sem usar o pedal direito é considerado por muitos uma marca de individualidade.
Glenn Gould fazia-o quase sempre. Muitos o tentam fazer também. Ao que parece, tocar dessa forma é mais difícil, mais "puro", mais "autêntico", pois o cravo não tinha um mecanismo de pedal (talvez devamos remover o pedal aquando da execução de música antiga ao piano...?)

O pedal direito é parte integrante do funcionamento do instrumento.
O seu uso permite a produção de harmónicos graças à liberdade que dá às cordas para vibrarem simpaticamente. Sem o seu uso o piano pode soar muito "seco" e sem "cor". O próprio Cravo é um instrumento com um som rico em harmónico e se queremos ficar próximos dessa sonoridade num piano moderno, teremos que usar algum pedal em sítios particulares como em acordes ou em passagens onde o seu uso não interfere com a clareza das vozes e articulação.

sábado, 30 de abril de 2011

Memória muscular

A memória muscular talvez seja  (infelizmente) o tipo de memória mais utilizado pelos pianistas (alunos, principalmente).

Mas então porque digo "infelizmente" ?
Porque ela nem sempre funciona !

O objectivo de um pianista é tocar as notas certas com o som certo e para isso utilizamos muito do nosso tempo de estudo a treinar o corpo (dedos, mãos e braços, principalmente) para atingir esse objectivo.

O problema é que quando utilizamos o nosso corpo da mesma maneira que treinámos mas numa sala diferente ou num instrumento diferente, o resultado final É BASTANTE DIFERENTE do habitual e pode não resultar de todo.

Assim, não devemos treinar apenas o corpo para um determinado objectivo, mas sim "usar o ouvido" de maneira a que este possa provocar as mudanças e adaptações necessárias no corpo para que o resultado sonoro final seja o que sempre foi.

Para que tal seja conseguido, deixo algumas sugestões de memorização, nomeadamente para aquelas passagens, que por uma razão ou por outra, são mais complicadas de memorizar:

  1. Passagens contrapontísticas: Cantem uma das vozes enquanto tocam as outras normalmente. Isto pode ser feito em qualquer tempo (lento, moderado, a tempo, etc.). O importante é fazer isto em TODAS as vozes.
  2. Passagens semelhantes: algumas passagens têm apenas pequenas diferenças e isto torna a memorização mais difícil, nomeadamente saber que passagem é para tocar num dado momento. Uma solução é atribuir um número a cada passagem (pela ordem em que aparecem) e tocá-las todas de seguida umas quantas vezes, dizendo em voz alta o número correspondente à passagem .Depois, escolher um número aleatoriamente e tocar a passagem correspondente, repetindo até que se consiga tocar qualquer uma de imediato, sem hesitações 
  3. Passagens com grandes escalas: escalas intermináveis (com pouco apoio tonal) sem um padrão lógico deverão ser aprendidas de trás para a frente. Dividir a escala em pequenas partes que tenham alguma lógica, ou que apenas sigam a mesma direcção (subir ou descer), ou que contenham um arpejo, etc. O importante é dividir em unidades. Memorizar estas unidades é mais fácil do que memorizar nota por nota.
  4. Passagens com harmonias complexas: Depender apenas da memória muscular numa passagem deste tipo não vai resultar de certeza. A melhor maneira de memorizar harmonias complexas (para além do pensamento tonal, se for possível) é cantando. Tocar o acorde e cantar cada nota que o constitui (de baixo para cima), Depois, tocar apenas o Baixo e cantar o resto do acorde.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Glissando ou não glissando, eis a questão.

Na (vasta) literatura para piano há algumas obras que contém passagens polémicas. Principalmente no que diz respeito à sua execução e saber qual a verdadeira intenção do compositor.

Isto deve-se a muitos factores, mas o que é certo é que as opiniões divergem.

Um desses casos é o 3º Andamento (Rondo. Allegretto moderato - Prestissimo) da Sonata em Dó maior, Op.53 ("Waldstein") de L. van Beethoven.



Neste andamento, já na secção Prestíssimo quando chegamos ao compasso 465 (até ao cp.476) vemos isto:
(clicar para aumentar)
 
Esta edição moderna é completamente fiel ao manuscrito de Beethoven, como podemos ver aqui:

(clicar para aumentar)


Como executar então esta passagem de oitavas? há duas grandes hipóteses:
  1. Como glissandi
  2. Articulando cada nota.

Dentro da 2ª hipótese também há duas variantes:
  • a) a mão direita executa as escalas descendentes em oitavas articulando cada uma e a mão esquerda executa escalas ascendentes de oitavas articulando cada uma delas também.
  • b) ambas as mãos participam nas escalas descendentes e ascendentes. A mão direita toca a nota mais aguda de cada oitava e a esquerda a mais grave. Ao fim ao cabo estão a tocar escalas "normais" estando as mãos à distância de oitava entre si.
É de referir que dentro da variante b) ainda há algumas diferenças, nomeadamente no que diz respeito ao facto de ambas as mãos tocarem as notas todas da escala (o que é muito complicado) ou sacrificarem algumas para poderem mudar de posição. Também por vezes as escalas ascendentes são tocadas apenas pela mão esquerda sem oitavas, ou seja, apenas com uma nota de cada vez.

Bem...espero que ainda estejam a acompanhar a minha explicação...

Estas duas grandes vertentes (hipóteses 1 e 2) derivam das diferentes interpretações que os pianistas fazem da partitura. Vejamos alguns factos que resultam apenas da (minha) observação e que podem ajudar numa decisão:
  1. Dinâmica indicada: pp (pianíssimo)
  2. Dedilhação indicada:  1-5 para a mão direita e 5-1 para a mão esquerda (muitos - como András Schiff - dizem que isto é claramente a indicação de glissando. Se assim fosse, porque não escreveria Beethoven gliss. ?)
  3. Indicação de pedal: SEM pedal. O sinal para levantar o pedal (um círculo no manuscrito) está claramente presente no início do referido compasso (cp.465). Beethoven indica a utilização do pedal em toda esta Sonata (mais uma polémica...).
  4. Durante as escalas ascendentes existem acordes em simultâneo. Isto torna quase impossível tocar de outra forma que não seja a esquerda ficar com as oitavas e a direita com os acordes.
  5. Existência de ligaduras por cima das notas (legato)
  6. Beethoven no final do manuscrito explica claramente como executar os (difíceis) trilos que aparecem depois desta passagem, onde a melodia e o trilo devem ser executados em simultâneo. Dá inclusivamente duas hipóteses de execução. Já para a passagem que estou a analisar não há referência de espécie alguma. Pelos vistos, para Beethoven, esta passagem não oferecia dúvidas absolutamente nenhumas.
  7. No compasso 475, quando as duas vozes fazem escalas (sem oitavas) em movimento contrário, existe a indicação cresc. que culmina na dinâmica f (forte). Isto parece-me que também terá a sua importância na decisão a tomar. Porque razão as oitavas desaparecem nesta passagem de transição?


Em relação à prática (interpretações de pianistas), os chamados "grandes pianistas" que gravaram esta Sonata, dividem-se também em grupos. Gostaria de dividi-los APENAS entre os que pertencem à hipótese 1 ou 2, isto é, entre os que fazem Glissando e os que articulam as notas todas de uma forma (a) ou de outra (b, com as suas diferenças).

Assim, temos:
HIPÓTESE 1 (glissando)
- Emil Gilels
- Rudolf Serkin (este até tem uma história curiosa sobre esta passagem)
- Artur Schnabel
- Walter Gieseking
- András Schiff (que diz claramente em masterclasses que são claramente glissandos devido à marcação da dedilhação 5-1)

Exemplo: (Emil Gilels)


HIPÓTESE 2 (articulando)
- Vladimir Horowitz (este pode articular QUALQUER passagem em oitavas !)
- Sviatoslav Richter
- Gyorgy Cziffra (outro que pode articular TUDO o que quiser !)
- Wilhelm Kempff
- Daniel Barenboim (variante b)
- Josef Hofmann
- Eugene d'Albert

Exemplo: (Horowitz)




E vocês? o que dizem desta passagem?
Os que tocam, como fazem? Os que a tocaram, como fizeram?
Mesmo os que conhecem apenas a obra, o que acham?
E os que nunca ouviram falar desta obra, nem pensaram no assunto, qual a vossa opinião?

Deixem contributos. Obrigado.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Totentanz



A Totentanz, S.126 de F. Liszt é uma obra impressionante.
Baseada no cantochão Dies Irae, foi terminada em 1849, embora a versão mais comummente tocada seja a última (3ª) revisão de 1859.
Originalmente composta para piano e orquestra, existem também versões do próprio Liszt para piano solo e para 2 pianos.

Primeiramente é a versão para piano solo que vos deixo. E tocada por Valentina Lisitsa que para mim é uma das maiores virtuosas do piano da actualidade. A sua facilidade é impressionante. Todos os movimentos são naturais. Todos fazem sentido. Não deixem de estar atentos a esta pianista.

Liszt - Totentanz S.126 (piano solo) | Valentina Lisitsa, piano

A segunda sugestão que vos deixo tem um interesse histórico e "patriótico". É a versão para piano e orquestra tocada pelo grande Mestre José Vianna da Motta com a Orquestra Sinfónica Portuguesa dirigida por Pedro de Freitas Branco. A gravação é de 1945 e está dividida em 2 vídeos.
Liszt - Totentanz S.126  | J. Vianna da Motta, piano | Orquestra Sinfónica Portuguesa | Pedro de Freitas Branco

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Flauta para quê?

J. S. Bach - Badinerie (último andamento da Suite Orquestral No.2, BWV 1067)
Alexander Romanovsky, piano

terça-feira, 26 de abril de 2011

The Gershwin Piano Quartet

O "The Gershwin Piano Quartet" é um agrupamento interessantíssimo, formado pelos pianistas Mischa Cheung, André Desponds, Benjamin Engeli e Stefan Wirth

O seu som é óptimo e os vídeos são muito criativos e bem realizados. Era bom se tivesse oportunidade de os ver ao vivo...

Sítio oficial AQUI

Canal oficial do Youtube AQUI

Página oficial do Facebook AQUI


O piano é um instrumento lindíssimo de se ver não é? em alguns momentos este vídeo mostra essa qualidade estética (visual) do piano enquanto objecto.


Para quem não concorda e não gosta de ver piano, então..."oiçam" este vídeo de piano mas SEM piano !

segunda-feira, 25 de abril de 2011

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Um jogo sempre útil

É um jogo que avalia a nossa capacidade de detectar a diferença entre dois sons gerados digitalmente.

Temos que dizer se o 2º som está mais alto, mais baixo ou se é igual ao 1º.

No nível "beginner" e "intermediate" é fácil. No "advanced"...nem sempre. Neste último nível, a diferença entre os 2 tons pode ser de apenas 5 cents.

Experimentem AQUI

terça-feira, 19 de abril de 2011

Algum pianista corajoso?

Depois dos exercícios de concentração do artigo anterior, já devem estar mais do que qualificados para executar esta peça.

Algum pianista corajoso, ou mais do que um, já que esta obra é intocável por apenas uma pessoa, avança com uma interpretação desta obra?


É o "Circus Galop" do (genial) pianista Marc-André Hamelin e foi composta para Pianola.


Deixo-vos aqui uma versão MIDI do áudio e com o vídeo do manuscrito da partitura.



Já viram o (mau) aspecto na partitura, agora podem ver como fica impressionante a ser tocada numa Pianola (na realidade é uma versão moderna, um "Disklavier"):

Exercícios de concentração

Estes exercícios deverão ser praticados quando estamos sozinhos num local sossegado e devemos estar sentados, com as costas direitas e num estado da mais completa descontracção.

Deverão ser praticados por 10 minutos e, após algumas semanas de treino, aumentar para 15 minutos.





Exercício 1
A partir de um livro, conta as palavras de um qualquer parágrafo. Conta novamente para confirmar.
Quando se tornar mais fácil, conta as palavras de uma página inteira.
A contagem deve ser feita mentalmente e apenas com os olhos, sem apontar nenhuma palavra com o dedo.

Exercício 2
Contar mentalmente de 100 para 1

Exercício 3
Contar mentalmente de 100 para 1, mas de 3 em 3 números (100, 97, 94, etc.)

Exercício 4
Observa uma peça de fruta (maçã, laranja, banana, etc.) segurando-a nas mãos. Examina-a cuidadosamente de todos os ângulos, mantendo sempre a atenção na fruta. Não permitir que o pensamento divague. Manter-se calmo olhando apenas para a fruta e a sua forma, cheiro, sabor e sensação de toque.

Exercício 5
É o mesmo que o exercício 4, mas sem a fruta propriamente dita, ou seja, imaginando-a apenas de olhos fechados. Pode-se começar por olhar para a fruta durante 2 minutos como no exercício anterior e depois passar para este exercício tentando imaginar uma imagem clara.
Se a imagem mental não for nítida, devemos abrir os olhos, olhar para a fruta uns instantes, fechar os olhos e retomar o exercício.

Exercício 6
Utiliza um pequeno objecto (colher, garfo, copo, etc.) e concentra-te nele. Observa-o a partir de todos os ângulos sem verbalizar, ou seja, sem palavras faladas NEM PENSADAS. Apenas observa o objecto sem pensar nada sobre ele.


Exercício 7
Depois de dominar bem o exercício anterior (6), executar este.
Desenha uma figura geométrica (triângulo, rectângulo, círculo, etc.) com 7 ou 8 centímetros, pinta-a com uma qualquer cor e concentra-te nela. Deverás ver apenas a figura e nada mais. Sem pensamentos colaterais, distracções ou palavras.

Exercício 8
O mesmo que o exercício 7, mas visualizando a figura de olhos fechados

Exercício 9
O mesmo que o exercício 8, mas com os olhos abertos

Exercício 10
Tenta ficar durante 5 minutos sem pensamentos de qualquer espécie.
Este exercício só deve ser tentado depois de os anteriores terem sido dominados.

Isto permitirá impor "silêncio" aos nossos pensamentos. Com o tempo tornar-se-á cada vez mais fácil.